quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Ordinary People
Andei perdida na necessidade de respeitar todas as normas morais, obcecada na busca pela aprovação claramente hipócrita de uma sociedade que se baseia na crítica constante.
Quando te encontrei não dei valor ao que me ensinaste, estavas sofrida, magoada com a consequência dos teus próprios erros e todas as pessoas que estavam ao nosso redor se enchiam de importância ao apontarem-te o dedo.
Foi agora que percebi que o verdadeiro valor não está nas pessoas que não são faladas por toda a gente, mas sim nas que encontram a sua felicidade sem terem de falar de ninguém.
Por isso e apesar de ter errado, caído e me magoado, dei a volta por cima, porque eu sou quem me tornei com os meus erros e não apesar deles.
E é de pessoas que continuam a criticar-me que tenho pena, tenho pena que consumam as suas vidas falando da minha, que não tenham a capacidade de perdoar e saber que toda a gente comete erros, uns maiores outros nem tanto, tenho mesmo pena que julguem conhecer uma pessoa por uma parte, ignorando o todo que não lhes interessa.
sábado, 20 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Quero a colecção inteira, pode ser?
domingo, 7 de novembro de 2010
Um dia!
Um dia dei-te todas as razões do mundo para me deixares e mesmo assim ficaste! E quando todas as razões do mundo desapareceram tu desapareceste com elas! Nunca vou perceber o quanto me custa olhar para trás e ver que tudo tem o seu tempo e o nosso tempo pode ter já terminado!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Era feliz tão feliz e nem sabia
Por vezes quando leio todos os textos que já escrevi dou por mim a pensar que passei por bastantes momentos menos bons, e vou me esquecendo de referir os melhores!
Com o tempo criei uma certa afinidade em escrever sobre as coisas que me deixavam mais triste, isso ajuda-me a libertar a minha cabeça, a encontrar soluções para os problemas e desculpas para os erros!
Mas este texto é diferente, neste texto quero agradecer a todas as pessoas que tenho na minha vida, se este ano fora serviu para alguma coisa, foi para eu perceber a sorte que tenho em ter tantas pessoas especiais caminhando ao meu lado!
Numa rápida retrospectiva posso ver como perdi tanto tempo em batalhas já perdidas, de hoje em diante as minhas batalhas terão de ser melhor escolhidas, não posso gastar toda a minha energia a correr atrás de algo que não quer nem vai mudar nunca.
É impossível não esboçar um sorriso sempre que penso na minha vida, já tive tanto, já vi sobre tantas formas, já senti cada poro do meu corpo respirar alegria em tantos momentos.
Já fui louca tantas vezes, mas não são os loucos aqueles que verdadeiramente são felizes?
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Mãe
Agora que o sol está definitivamente instalado, enquanto me preparo para o segundo verão deste ano, já com vista nas festas em lugares como P12, Pacha, Life Club ou El Divino, dei por mim a apertar uma pulseira e a pensar em ti!
As minhas pulseiras sempre te fizeram perder a cabeça, aliás eu sempre te fiz perder a cabeça, eu sou responsável por cada fio de cabelo branco que tu delicadamente penteias de manha antes de encarares o dia sempre a pensar como tornar o meu um pouquinho melhor!
És tu quem dá significado a minha vida, és tu que a tornas cada dia melhor e eu amo-te de uma forma que nem todas as palavras contidas em todos os livros que me leste conseguem descrever!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Um dia vou fazer-te ver que não sabes tanto como julgas!
Sempre pensei que sabia imenso, que sabia mais que tantas outras pessoas e depois olhava para outros que se achavam como eu sabedores de muito e pensava: “um dia vou fazer-te ver que não sabes tanto como julgas”.
Pode ser que muita gente pense que também eu não sei tanto quanto julgo, mas vou sabendo pelo menos que não sei tudo e sei que o que faço muitas vezes não está correcto, mas faço ainda assim, só pelo simples facto de gostar de desafiar o convencional.
Serei sempre tudo menos convencional.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Ponte Hercílio Luz
Já tinham soado as doze badaladas quando o nosso avião aterrou no aeroporto de Florianópolis e ao fim de 12 horas de voo e 15 de lágrimas mal disfarçadas os meus olhos tinham já perdido a capacidade de apreciar o que quer que fosse, mas ainda assim a Ponte Hercílio Luz captou a minha atenção, fez-me pensar que talvez, aqui eu poderia viver durante um ano.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Daniela Pereira
Estou sempre a um passo de tudo aquilo que quero, recuso-me a deixar de querer, apenas quero sempre mais.
Por vezes não sei ao certo o que realmente desejo, mas sei com quem quero estar, onde quero ir ou ficar, sei do que gosto e isso chega.
Podes levar toda a tua vida a tentar conhecer-me realmente ou então podes simplesmente olhar-me nos olhos.
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