Já não sei de mim
Acreditei inocentemente que nunca teríamos fim
Perdi-me algures na procura do que podíamos ser
Do que juntos podíamos ter
Destruí-nos com a minha constante insatisfação
Quando tudo o que queria estava na palma da tua mão
Mas não sei das palavras ou então não encontro a minha voz
Já não consigo pensar em mim e em ti como um “nós”
Fica apenas a recordação
O tempo vai encarregar-se de apagar a desilusão.